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Figura 3 - Linhas 1 e 2 do programa do PLC
Figura 6 - Linha 5 do programa do PLC
Figura 2 - Circuito elétrico de acionamento do motor
Figura 3 - Vista de um contator
Figura 4 - Primeira solução - Similar ao circuito elétrico
Figura 5 - Simulação de S1=1 e S2=0
Figura 6 - Simulação de S1=S2=0
Figura 7 - Simulação de S1=0 e S2=1
Figura 8 - Nova simulação de S1=S2=0
Figura 9 - Simulação de S1=S2=1
Figura 10 - Simulação de S1=1 e S2=0
Figura 11 - Simulação de S1=S2=0
Figura 14 - Simulação de S1=S2=1Uma empresa de reciclagem de papel e PETs possui uma prensa hidráulica, similar à mostrada na Figura 1, para compactação de materiais que será controlada por um PLC. O principal requisito para operação deste equipamento é a segurança do seu operador e, para isso, esta prensa possui:
02 (dois) botões de comando que devem ser pressionados simultaneamente para que o cilindro da prensa seja acionado, garantindo assim que o operador estará com as duas mãos fora da prensa.
01 (uma) porta de proteção que deve estar fechada para possibilitar o acionamento do cilindro, evitando que estilhaços de material possam ser projetados e atinjam o operador.
Figura 1 - Vista de uma prensa hidráulica
Para que o PLC possa identificar que o operador fechou a porta de proteção, foi instalado um sensor tipo chave fim-de-curso, de maneira que quando a porta da prensa for fechada, um contato será acionado.
Para acionar o cilindro, o PLC ativará uma saída que comandará uma válvula solenóide em uma unidade hidráulica, utilizando para isso, uma saída digital.
Por fim, para o correto funcionamento da prensa, o nível do óleo do reservatório da unidade hidráulica deverá ser satisfatório e a temperatura do óleo não deve ser superior a 70°C. Para identificar estas duas condições foram instalados os seguintes sensores:
01 (uma) chave de nível tipo bóia, ajustada para o nível ideal de óleo.
01 (um) termostato, ajustado para 70°C.
Para que o operador saiba que há algum problema com o nível de óleo ou com a temperatura, foram instalados dois sinalizadores luminosos no painel de operação.
O diagrama elétrico completo com a ligação de todas as entradas e saídas é mostrado na Figura 2.
Figura 2 - Diagrama de interligação de entradas e saídas
Para elaboração do software aplicativo do PLC, foi criada a relação de entradas e saídas mostrada na Tabela 1.
| Tipo | Símbolo | Descrição | Função |
| Entrada | BotDir | Botão para acionamento do cilindro da prensa (lado direito) | 0 = Não pressionado 1 = Pressionado |
| Entrada | BotEsq | Botão para acionamento do cilindro da prensa (lado esquerdo) | 0 = Não pressionado 1 = Pressionado |
| Entrada | SPorta | Sensor de detecção da porta de proteção | 0 = Porta Aberta 1 = Porta Fechada |
| Entrada | Noleo | Sensor do nível do óleo hidráulico | 0 = Nível Baixo 1 = Nível OK |
| Entrada | Toleo | Termostato do óleo | 0 = Temperatura >= 70°C 1 = Temperatura <> |
| Saída | HNoleo | Sinalizador luminoso de nível baixo de óleo | 0 = Apagado 1 = Aceso |
| Saída | HToleo | Sinalizador luminoso de temperatura do óleo > 70°C | 0 = Apagado 1 = Aceso |
| Saída | SolCil | Solenóide de controle do cilindro hidráulico da prensa | 0 = Recua cilindro 1 = Avança cilindro |
Também é possível observar que a saída HNoleo será acionada se:
Figura 3 - Lógica de controle escrita na linguagem Ladder
Figura 1 - Sensor de pressão para líquidos e gases. Faixa de medição: -12,4 a 250 milibar, saída 4-20mA ou 0-10V. (Referência IFM Electronic PI2698)
Figura 2 - Sensor de vazão para líquidos. Faixa de medição: 3 a 300cm/s, saída 4-20mA
Figura 3 - Sensor de distância a Laser. Faixa de medição: 0,2 a 10 metros, saída 4-20mA ou 0-10V 
Onde:
Os sensores óticos utilizam algum tipo de luz para detectar a presença (ou ausência) ou passagem de objetos. O tipo de luz utilizada pode ser o infravermelho, o laser ou ainda a luz convencional (mais raros).
O princípio básico de funcionamento dos sensores ópticos está em emitir uma luz e monitorar se essa luz é recebida recebê-la de volta.
Para diferenciar a luz refletida da luz ambiente, a luz emitida pelo sensor é modulada, ou seja, são pulsos de luz em uma determinada frequência. Assim, a luz recebida passa por um filtro, de maneira que o sensor só será atuado se a luz recebida estiver na mesma faixa de frequência da luz emitida.
Os sensores óticos se dividem em três categorias, que são:
Difusos
Retro-reflexivos
Emissor-receptor
Nesta configuração, o transmissor e o receptor são montados na mesma unidade, sendo que o acionamento da saída ocorre quando o objeto a ser detectado entra na região de sensibilidade e reflete para o receptor o feixe de luz emitido pelo transmissor (ver Figura 1).
Figura 1 – Princípio de operação do sensor ótico difuso
Os sensores óticos difusos possuem um alcance menor em relação aos outros sensores óticos (reflexivo e emissor-receptor). Um exemplo são os sensores da IFM Electronic que possuem um alcance máximo de 4 metros.
O sensor ótico reflexivo, também conhecido como retro-reflexivo, assim como o difuso, tem o transmissor e o receptor montados em uma única unidade. O feixe de luz chega ao receptor após a incidência em um espelho e o acionamento da saída ocorre quando o objeto interrompe o feixe (Figura 2).
Figura 2 – Princípio de operação do sensor ótico retro-reflexivo
Este tipo de sensor pode ser utilizado em segurança de áreas, conforme pode ser visto na Figura 3. Neste exemplo, um robô é cercado por um feixe luminoso que, após reflexões sucessivas, atinge o receptor. Caso um objeto interrompa esse feixe, o sensor será atuado, paralisando o trabalho do robô ou, no caso, indicando que uma peça de trabalho está ao alcance do robô.
Figura 3 – Exemplo de aplicação de um sensor óptico retro-reflexivo
Um cuidado a ser tomado com um sistema como este, é quanto a limpeza dos sensores e espelhos. A sujeira pode gerar acionamentos indevidos. Caso o ambiente seja muito rico em poeira ou qualquer outra partícula em suspensão (névoa de óleo, por exemplo), talvez seja mais indicado utilizar outro tipo de sensor.
O alcance desse tipo de sensor pode chegar a algumas dezenas de metros, lembrando que as características do ambiente (nuvens de poeira ou vapor), podem influenciar nesse valor de alcance.
Este sensor, ao contrário dos dois anteriores, é montado em duas unidades distintas: uma emissora e outra receptora. Cada unidade fica de um lado da trajetória do objeto-alvo e, uma vez que este interrompa o feixe, e o sensor é ativado. Um exemplo de aplicação são as barreiras utilizadas em elevadores para impedir o fechamento da porta caso haja algum objeto (partes do corpo de um usuário ou outros objetos).
Figura 4 – Sensor óptico tipo emissor-receptor
O sensor ultra-sônico emite pulsos cíclicos de som em alta frequência que, quando refletidos por um objeto, retornam ao receptor, acionando a saída do sensor.
Tanto o emissor como o receptor estão montados na mesma unidade, portanto, é necessário que haja uma reflexâo (eco) do ultra-som de modo que este ative o receptor.
Figura 5 – Inclinações máximas para um sensor ultra-sônico
Neste caso também se deve ter um cuidado ao utilizar um sensor deste tipo devido ao alinhamento angular. Dependendo da inclinação do alvo o eco pode desviar-se para uma direção diferente do sensor, não chegando ao receptor (localizado no mesmo componente). Geralmente este tio de sensor permite uma inclinação máxima de mais ou menos 3º (Figura 5).
Assim como o óptico, o sensor ultra-sônico pode suprimir o fundo (desprezar o eco do que não é objeto alvo de detecção). Vale reparar que o sensor ultra-sônico pode operar tal qual um óptico, no que se refere a capacidade de detecção.
Figura 6 – Aplicações do sensor ultra-sônico
As chaves fim-de-curso, também conhecidas como limits, são dispositivos eletromecânicos utilizados para detectar a passagem ou a posição de objetos através do contato mecânico da haste da chave com o objeto (ou dispositivo mecânico auxiliar). Esta haste aciona mecanicamente um contato elétrico, que pode ser utilizado num circuito de controle. Um exemplo desse tipo de sensor é mostrado na Figura 1 e um esquema do funcionamento é mostrado na Figura 2.
Figura 1 - Exemplo de uma chave fim-de-curso
Figura 2 - Vista da estrutura interna de uma chave fim-de-curso
Este dispositivo possui construção muito simples, sendo que pode trabalhar com um contato NA – Normalmente Aberto, ou seja, 0=Não Atuado e 1=Atuado, ou NF – Normalmente Fechado, ou seja, 0=Atuado e 1=Não Atuado. Dependendo da chave, pode haver uma combinação de vários contatos NA ou NF.
O sensor indutivo, também conhecido como sensor de proximidade, é capaz de detectar a presença de um objeto metálico quando este estiver a uma determinada distância da sua face (distância sensora). Seu princípio de funcionamento, mostrado na Figura 3, é baseado na geração de um campo eletromagnético de alta frequência, que é desenvolvido por uma bobina instalada na face sensora.
Figura 3 - Ilustração do princípio de operação de um sensor indutivoA bobina faz parte de um circuito oscilador, que em condição normal (não acionada), gera um sinal senoidal, cuja amplitude e frequência dependem do valor da indutância da bobina. Quando um metal entra na área de atuação do campo magnético (portanto, aproxima-se da bobina), ocorre uma variação da indutância da mesma e, consequentemente, redução da amplitude do sinal gerado no oscilador. Esta variação do valor original é, então, detectada e aciona o estágio de saída.
Na Figura 4 é apresentado um diagrama simplificado do circuito interno de um sensor indutivo. Geralmente, ao se falar em sensores indutivos, pode surgir a seguinte pergunta: “Qual a razão de utilizar sensores indutivos no lugar de chaves fim-de-curso convencionais?”
Várias, mas três são as principais:
Número de manobras: por não ter partes móveis (acionamento estático), a capacidade de operação de um sensor indutivo é muito maior que uma chave convencional;
Ausência de contato físico: como se trata de um sensor de proximidade, não há necessidade de contato físico com a parte em movimento. Novamente, isso contribui para o aumento significativo da vida útil do sensor;
Velocidade de atuação: ela é maior que a de uma chave mecânica, uma vez que não há inércia na sua operação.
Figura 4 - Diagrama interno de um sensor indutivoA Figura 5 ilustra um exemplo do campo de atuação, tendo como referência sua superfície ativa. Já a Figura 6 traz alguns exemplos de aplicação.
Figura 5 - Campo de atuação de um sensor indutivo
Outra designação atribuída ao sensor indutivo é de sensor "não faceado". Essa denominação origina-se do aspecto de instalação, que por razões óbvias deve ter uma "zona livre" de metal ao seu redor. Através da Figura 7, podem ser estimadas as distâncias mínimas que um sensor deste tipo deve respeitar, caso seu alojamento seja metálico, a fim de que não ocorram comutações errôneas.
Figura 6 - Exemplos de aplicação de sensores indutivos
Figura 7 - Distância mínimas para instalação de sensores indutivos